Ter uma doença e precisar de tratamento está cada vez mais caro no Brasil. Nesta quinta-feira (4), uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) publicada Diário Oficial da União autoriza reajuste de até 6,31% nos preços dos remédios.
As alterações valem para três grupos de medicamentos, definidos de acordo com o nível de participação de genéricos. No ano passado, o reajuste autorizado pelo governo para medicamentos vendidos em todo o país chegou a 5,85%. Entre um ano e outro, o índice variou em 0,46%.
Na categoria com maior participação, onde os genéricos representam 20% ou mais do faturamento, o reajuste autorizado pode chegar ao teto de 6,31%. Para remédios com faturamento de genéricos entre 15% e 20%, o reajuste autorizado é de até 4,51%. Já entre medicamentos com menor participação de genéricos (faturamento menor que 15%), a Cmed autorizou um reajuste até 2,7%.
Assim, com planos de saúde caros, Sistema Único de Saúde (gratuito!) pouco eficaz e nenhuma garantia de bom atendimento tanto no particular quanto no privado, o remédio mais barato poderia ser não ficar doente. Pena que isso não é possível!
Ademais, com remédios caros e alimentos cada vez mais custosos viver está ficando pela hora da morte.
Com informações da Agência Brasil
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Viver no Brasil está pela hora da morte
4/04/2013 01:03:00 PM
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