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| Foto: Marcelo Camargo/ABr |
Segundo o representante do Centro Acadêmico XI de Agosto, Renan Perlati, de 20 anos, a intervenção faz parte de uma série de atividades com as quais os estudantes pretendem discutir a política de encarceramento no Brasil. "Eu nem mesmo era nascido quando ocorreu o massacre, mas não podemos esquecer o que aconteceu. Nossa ideia é fazer com que as pessoas, ao passar por entre as cruzes, lembrem que são todos seres humanos e que temos que ser contra qualquer tipo de massacre."
Além do ato que marcou o início do julgamento, os estudantes pretendem fazer, ainda neste ano, um mutirão jurídico em presídios paulistas para ajudar na regularização da situação dos detentos. "Existem muitos presos que já deveriam estar em regime semiaberto e ainda não estão", disse Perlati.
O julgamento será retomado na próxima segunda-feira (15). Com a suspensão, novos jurados serão escolhidos, e nenhum dos que foram selecionados hoje poderá retornar, informou o Tribunal de Justiça de São Paulo.
Da Agência Brasil


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