O Natal para o comércio virtual deve ser gordo. A estimativa é que o setor fature R$ 3,76 bilhões em 2011, aumento de 29% em relação ao mesmo período do ano passado de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
E os números não param por aí. A previsão do e-bit, empresa que estuda o setor, é que as lojas virtuais faturem R$ 22,5 bilhões em 2012. Além disso, dados da consultoria Mckinsey & Company aponta que a internet representa entre 2% e 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) de países como Brasil, Argentina e México.
A principal vantagem de comprar pela internet não são apenas os preços que, em alguns casos, são menores que as lojas físicas, mas sim a facilidade na comparação de preços. Mesmo sem usar sites especializados nesse serviço, é possível descobrir o valor de um determinado produto em várias lojas em poucos minutos. Ponto para as lojas virtuais.
Entretanto, o maior problema das lojas virtuais é a entrega. Após comprar, o consumidor precisa esperar alguns dias para ter o produto. No caso de móveis, eletrodomésticos e outros produtos de grande porte é até compreensível, mas no caso de livros, CDs, DVDs e até aparelhos celulares, tablets, entre outros, o sistema de entrega poderia ser um pouco mais eficiente. Um amigo relatou que certa vez esperou 20 dias para ter um livro em casa após comprar na internet. Ele justificou a compra pelo desconto: cerca de 50% em relação às lojas físicas.
Por causa disso, quem vai comprar os presentes de Natal pela internet deve se apressar: considerando os imprevistos como atrasos e demais problemas na hora da entrega, o prazo máximo para evitar sustos e ter o presente em mãos no dia 24 de dezembro é sexta-feira (14).


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