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| Foto: Reprodução |
A Rede Interamericana de Academia de Ciências publicou um livro com depoimentos de 16 cientistas sobre sonhos, carreiras, família e obstáculos que tiveram que superar em sua trajetória científica. A obra (em inglês) está disponível na internet e se chama Mulheres Cientistas nas Américas e o Brasil está representado pela geneticista Mayana Zatz.
“Queremos motivar professores a estimular seus alunos, especialmente as meninas, para as carreiras científicas, mostrando que com perseverança e dedicação elas podem alcançar seus objetivos. Dedicamos esse trabalho também às famílias, para que eles possam contar a seus filhos histórias reais de pessoas comprometidas em servir à humanidade”, explicam os editores, integrantes do Grupo Ianas Women for Science. A expectativa, eles afirmam, é aumentar a consciência entre leitores da importância do debate de questões de gênero e do papel da mulher nas ciências.
A maioria das entrevistadas é formada por cientistas renomadas, com longa carreira dedicada à pesquisa. Todas revelaram detalhes da vida e da carreira como terem descoberto o interesse pela ciência na infância, terem a carreira inspirada por cientistas reconhecidos, a maioria homens. Elas dizem ainda que não foram discriminadas e que também dão conselhos às novas e futuras profissionais.
Algumas acreditam que as mulheres têm qualidades especiais que as distinguem dos homens: sensibilidade, paciência, persistência, intuição, entre outras. Para a cientista brasileira presente na obra, as mulheres são mais intuitivas que os homens, qualidade que, associadas às do sexo masculino, permite analisar de forma construtiva diferentes ângulos de problemas específicos.


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