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| Foto: Reprodução/Instagram |
Porém, se Daniela pensou em assumir um romance homossexual apenas para ter seu nome na mídia, foi uma estratégia que já não dá mais resultado nem mesmo nos tempos que vivemos, recheados de histórias envolvendo o nome de Joelma e de escândalos envolvendo declarações de Feliciano.
Acompanho a carreira de Daniela há algum tempo e acredito que ela não precisa de uma atitude assim para se expôr. Sua carreira é sólida e seu talento musical indiscutível. Além disso, o público da cantora é basicamente formado por homossexuais e o fato dela ser ou não lésbica até então era um fator sem importância e deve continuar sendo.
Se foi político, o ato é digno de aplauso. Se foi uma ação mercadológica, Daniela Mercury não precisa disso. Um levantamento divulgado há poucos dias da empresa Controle da Concorrência, que monitora inserções comerciais para o mercado, Daniela aparece na 4ª colocação em aparições. Só resta lamentar o ato que se iguala a vários esforços desesperados de subcelebridades para ter seu nome estampado em capas de jornais, sites e revistas.
Por outro lado, a saída do armário de Daniela é algo que vai contra o estereótipo de mulher homossexual que vemos na mídia hoje: ao contrário de vários nomes como Maria Gadú, Cássia Eller e Thammy Gretchen, Daniela não busca aproximação com o visual masculino. E isso sim é um ato político!
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