![]() |
Foto: Tatiana Santiago/ G1
|
O problema é que os viciados são um drama para os familiares. Os relatos, sempre os mesmos: mães, mulheres, filhos, parentes de vários graus pedindo ajuda para internar um ente que está viciado. A dor da família é muito grande ao ver um parente sofrendo e não poder fazer nada, como no caso da filha que dopou o pai para levá-lo à internação. Neste ponto, a decisão é importante pois ajuda a resolver este problema.
Por outro lado, a internação compulsória vai contra um princípio básico no tratamento: o usuário deve querer largar o vício. Se ele não estiver decidido, ele pode voltar a usar a droga logo depois de encerrar o tratamento.
Apesar de tanta polêmica, vale salientar que esse tipo de abordagem, apesar de colocada como violenta por uns, é menos agressiva que a usada por várias vezes e fez com que os usuários se espalhassem pela cidade de São Paulo, fugindo da ação da polícia.
Compreende o vício e tratá-lo como problema social e de saúde pública é o melhor caminho para resolvê-lo. Tratá-lo como problema de segurança é um erro de trajeto que vai levar a um resultado praticamente nulo. Agora é esperar que essas pessoas realmente saiam do vício e não voltem a usar a droga.


0 comentários :
Postar um comentário