Esportes olímpicos

Mesmo com medalhas e reconhecimento, esportista olímpico também tem que pedir esmola para conseguir treinar no Brasil.

Salve Jorge

A novela de Glória Perez ainda sofre com a saudade de parte do público das aventuras e brigas de Carminha e Nina em Avenida Brasil.

O dia em que o metrô sorriu

Era daqueles dias em que se está pronto para matar ou morrer, tudo para conseguir um espaço, um assento ou uma passagem.

Biografia definitiva?

As pedras do meio do caminho, vividas pelo biografado, são instantes que a vida capta e transpõe para ações possíveis de serem contadas.

Demissões de jornalistas

Ninguém quer perder uma equipe de profissionais competentes e alguém tem que fazer o papel de advogado do diabo.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O choque pelo choque

O mês de junho está chegando e de novo vamos ter a Marcha para Jesus e a Parada Gay. São eventos importantes e cada um tem um público distinto que, hipocrisias e mentiras à parte, em muitos casos se misturam.

Tanto a religião quanto o respeito ao ser humano, independente de qualquer coisa e isso inclui o sexo do indivíduo que é levado para a cama, são temas recorrentes e deveriam ser debatidos com força e diálogo. Entretanto, um evento parece brigar com o outro. São, digamos, filosofias diferentes que não medem esforços para chocar o outro. Tudo se torna uma briga infantil, onde uma quer mostrar que pode mais que a outra.

O motivo? Não sabemos. Talvez o ego latente que faz inflar o peito e dizer aos seguidores/simpatizantes: "eu lutei em nosso nome, defendi os nossos direitos. Agora votem em mim".

Na prática não existe uma verdade que justifica essas ações. Parece uma arraigada busca por holofotes e 15 minutos de fama. Por causa disso, já é bastante comum ligarmos a televisão e vermos um desses telepregadores criticando os gays que vão para o twitter ou para as ruas e por fim realizam uma protesto que é respondido por outro organizado por esses pastores-celebridade.

Na verdade, tanto a parada quanto a marcha tem erros graves quando relacionamos o conceito e a prática. A marcha para Jesus se refere a um personagem histórico que pregou o amor e a paz. Porém, ela é proposta por pessoas que pregam o preconceito.

Por outro lado, a parada gay pede respeito e igualdade. Entretanto, ataca os valores de forma um tanto violenta e promove uma festa com forte teor sexual que crianças, jovens, adultos, vovôs e vovós assistem de suas varandas e janelas. Pouca ou nenhuma roupa, sexo em público, drogas e muita música e reivindicação política quase nula.

Se ambas as organizações querem respeito, deveriam seguir a fundo o que é proposto no conceito original do trabalho. Isso não acontece e com certeza nos próximos anos não vai acontecer. Fica simplesmente o choque pelo choque e o combate pelo combate.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Sobre críticas e atitudes contraditórias

Criticar: esse talvez seja o verbo que melhor define a atitude de muita gente por aí. A crítica é disparada para todos os lados, por qualquer motivo, para qualquer um. Isso não tem o menor problema, afinal somos críticos por natureza, e o ato em si demonstra inteligência e percepção aguçada.

O problema acontece quando crítica é traída e exatamente aquilo que foi condenado anteriormente é feito sem pudor em outro momento. Demonstra falta de ética, mancha a imagem. E a moral neste caso se perde.

A ciência aplicada à nutrição nos ensina que somos o que comemos. Na vida profissional esse exemplo pode ser aplicado da seguinte forma: somos o que falamos e o que criticamos. Se falamos algo, condenamos outra questão e agimos de um jeito contrário a tudo isso, alguma coisa está errada.

Em algumas profissões que exigem credibilidade, esse tipo de atitude deveria ser inaceitável. Nesse caso a regra é outra e pode ser explicada por uma expressão chula que não vou reproduzir aqui.

Tal ação faz a crítica se perder no vento. Falta fundamento, falta verdade, falta sustentação. A crítica seguida da contradição faz qualquer comentário se tornar vazio e sem vida.

Afinal, uma prática que em nada condiz com o discurso é uma atitude digna de questionamentos e condenação.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A era dos opinadores

Cada vez mais é preciso ter opinião. Mesmo que vaga, crua ou parcial. Opinar é o verbo da vez, ser opinativo é a palavra de ordem.

É a era dos opinadores. Mesmo que essa opinião massacre, julgue, discrimine. Falar o que quer sem nem ao menos ligar para o impacto dessas palavras na vida alheia é algo louvável. A intenção é demonstrar caráter.

Na verdade, demonstra fraqueza. Demonstra o quanto se está despreparado para ouvir e entender. Demonstra o quanto se está despreparado para conviver.

Vivemos a época dos formadores de opinião por atribuição: cada um se acha senhor de uma determinada verdade, doutor honoris causa de uma causa sem causa, representante de uma força que foi criada para parecer divina. E não é.

Nessa onda opinativa, comete-se um crime: julgar. Muitos se baseiam em interpretações próprias de leis universais para segregar. E aí começam os conflitos, as discussões, as birras políticas, as represálias morais, as torturas disfarçadas de defesas. Começa também uma perda de tempo imensa com assuntos que não resolvem os reais problemas cotidianos.

Ou seja: enquanto se debate o filme da Xuxa, alguns políticos travam uma verdadeira cruzada contra homossexuais, prostitutas e tantos outros, inúmeras questões econômicas, políticas e sociais ficam de lado. Não dão voto, não promovem nomes e não excitam a massa.

Versão moderna do pão e circo. Só que a fatia do pão está mais cara e o circo somos nós.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Frase: sobre ser jornalista

"Ser jornalista é não ter horário". Essa é uma das críticas que mais ouço: às vezes é necessário ficar até mais tarde, entrar mais cedo, trabalhar em um horário que seria de descanso, ler muito sobre um determinado assunto na hora da folga, etc.

Quando me questionam sobre isso, costumo responder: a notícia não escolhe hora para acontecer, ela simplesmente acontece!

Ontem li outra frase que resume bem isso e que é bastante interessante:
Notícia não bate ponto. Acontece a qualquer hora.
Ela é dita pelo pai de um jornalista e também resume bem a vida de um jornalista apaixonado pelo que faz.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Olá, mundo!

Hoje começo a escrever o Blog do Jonatas. Sim, estou começando mais um blog, mas dessa vez demorei para elaborar o projeto e fiz algo com a minha cara, a começar pelo visual. Optei por fazer algo inspirado no estilo Metro UI, que considero mais limpa e simples, além de bastante bonita.

Além disso, com esse visual posso alterar o esquema de cores da página com mais facilidade, sem precisar desenhar tudo do zero.

Neste endereço vou postar impressões sobre minhas experiências profissionais, os bastidores de reportagens, coberturas e matérias.

Por aqui você vai encontrar também crônicas, fotos, observações, opiniões, frases que leio por aí e acho interessantes, etc. Não vou listar tudo, pois o texto ficaria longo. As minhas análises musicais e indicações continuam no www.mixpoint.com.br.

O blog será atualizado no primeiro momento entre uma matéria e outra, ou entre um capítulo e outro do meu Trabalho de Conclusão de Curso. Não vou postar todo dia, mas pelo menos uma vez por semana pretendo dar as caras por aqui.

Sobre o blog Espaço Livre

O projeto anteriormente hospedado nesse endereço, o Blog Espaço Livre, foi temporariamente desativado. Não tenho tempo de ler tudo que preciso para escrever nele, mas por outro lado sinto uma vontade enorme de blogar. Isso já se tornou quase um vício.

E espero que Blog do Jonatas ajude a suprir essa necessidade.

Até a próxima!